Renato Máspero
Zé Mané, otário eterno
Leva a vida num inferno
Fingindo que está no céu
Mas não passa de um “pastel”
Quando chega e diz “Qualé?”
Todo mundo dá no pé
É o tipo do bundão
Que só vive de ilusão
De brinquinho e tatuagem
Pensa que é da malandragem
Anda todo mariola
Mas a ginga é de boiola
Cada mina que ele bole
Chama o Zé de bunda mole
Não entende e não se manca
E pensa que bota banca
O sinistro é uma canseira
Quando fala é só besteira
A presença do coitado
É um porre mal tomado
A galera corre do Zé Mané
Porque já sabe como ele é
domingo, 4 de janeiro de 2009
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