quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

A Porta da Verdade

A PORTA DA VERDADE
Renato Máspero

Quem um dia já foi rei será sempre majestade?
A rainha que eu amei,hoje é escrava da vaidade

O dinheiro é uma miragem.
Dá bons sonhos, euforia
Só não dá muita coragem
Pra enfrentar a nostalgia
Já fui teu, já foste minha.
Era nosso o paraíso
Eu não ia, ninguém vinha
E não houve prejuízo
Gira o mundo e chega um dia,
falta luz em nossa vida
De repente, uma apatia
deixa a gente assim perdida
Não desejo ver teu pranto.
Apostei na tua sorte
Mas um dia este meu canto
Pode ser que te conforte
Mil mistérios, tem a vida,
Cada um tem seu valor
E a verdade é mais sofrida
Quando morre um falso amor
Mesmo triste, te respondo
Com amor e amizade
Por enquanto, só me escondo
Da tua futilidade
Guarda bem meu telefone
Perto do teu travesseiro
Quem já foi teu cicerone
Pode ser teu conselheiro

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