quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Delmiro Gouveia

Renato Máspero

A fé ilumina a vida
A morte não deve ser temida
Chorar não afoga a mágoa
A liberdade é rio que deságua

Não! Delmiro Gouveia não morreu
Escutem o que aconteceu
Fugiu menino do sertão do Ceará
Pra estação da Maxambomba, em Caxangá

Onde há talento há sucesso – é uma constante
Vem a riqueza e o prestígio num instante
E foi do couro do bode ao Grande Hotel
Quem pode, pode – lá vai o Coronel

Leal na oposição, combateu a inflação
Seu pioneiro mercado foi incendiado
Os caprichos do destino e o Governador
Forçaram sua fuga com Eulina, seu amor

E lá nas Alagoas o “Padim” lhe abençoou
Na queda de Angiquinho uma turbina ele instalo
Em Pedra, a sua Estrela, o seridó fiou
Cumpriu sua missão e foi-se embora – Deus chamou

Era máquina rolando a pirambeira
E o “Velho Chico” a chorar na cachoeira

Renato Máspero

A fé ilumina a vida
A morte não deve ser temida
Chorar não afoga a mágoa
A liberdade é rio que deságua

Não! Delmiro Gouveia não morreu
Escutem o que aconteceu
Fugiu menino do sertão do Ceará
Pra estação da Maxambomba, em Caxangá

Onde há talento há sucesso – é uma constante
Vem a riqueza e o prestígio num instante
E foi do couro do bode ao Grande Hotel
Quem pode, pode – lá vai o Coronel

Leal na oposição, combateu a inflação
Seu pioneiro mercado foi incendiado
Os caprichos do destino e o Governador
Forçaram sua fuga com Eulina, seu amor

E lá nas Alagoas o “Padim” lhe abençoou
Na queda de Angiquinho uma turbina ele instalo
Em Pedra, a sua Estrela, o seridó fiou
Cumpriu sua missão e foi-se embora – Deus chamou

Era máquina rolando a pirambeira
E o “Velho Chico” a chorar na cachoeira

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